Copa do Brasil: Santos 2 x 1 Inter - Crônica
Em mais um de seus delírios, Celso Juarez Roth, treina um time - considerado - alternativo, com atletas e formação diferente da última partida e acaba mandando a campo outro time - poucos nomes diferentes - e outra formação. É muita zombaria em âmbito profissional.
Se analisarmos o contexto está tudo dentro da normalidade, visto que até então não se tem um time titular e/ou formação tática definida. Comparando brevemente com o adversário da vez, Dorival fez três alterações e não mudou em nada a formação tática de seu time. Apenas caras novas e as características particulares dos atletas. Já no Inter é essa chalaça.
Sinceramente, nunca pensei que Roth "desenterraria" Marquinhos. Já tínhamos deixado de pensar nessa possibilidade a um bom tempo. Mas eis que temos a surpresa. Aí podemos dizer, pelo menos não entrou tão retrancado com 3 volantes. Contudo, não é a quantidade de atacantes que define a ofensividade de um time, e sim a qualidade individual dos jogadores e principalmente o jogo coletivo.
No geral não foi o Inter que esteve tão bem. Foi o Santos que esteve bem abaixo do normal - principalmente na primeira etapa. Mas quando inicia o segundo tempo - e mesmo os times sem alteração - a atitude santista muda, voltam com vontade e com 10 minutos já está 2 a 0. O Inter, por sua vez, "demora a voltar do intervalo" e quando se da conta está perdendo novamente por falhas individuais e coletivas.
Momentos antes do primeiro gol, comentei, tem 3 contra 2 na direita. Isto é, 3 jogadores santistas tabelando e envolvendo dois marcadores do Inter no lado direto da defesa Colorada. Logo em seguida, foi por ali que foi construída a jogada que resultou na finalização dentro da pequena área e entre a dupla de zaga. Problema antigo agravado pela falta de cobertura do lateral esquerdo - desta vez Artur.
Não desmerecendo a jogada do Santos, mas no segundo gol a defesa facilitou o trabalho. Havia um buraco no meio da área, onde o zagueiro sai para dar combate e ninguém preencheu o "ambiente" vazio. Depois o Inter "achou" um gol e Roth tratou de por em prática sua usual retranca. Pra ele a melhor derrota, pois gol fora é critério de desempate nessa etapa da Copa do Brasil.
Outro detalhe que merece atenção é a situação e relação de um time com sua torcida. Para um time que está bem no Brasileirão e vencendo na Copa do Brasil, pouco mais de 6 mil torcedores é constrangedor. Já no Inter e frente a crise atual, temos público de 14 e 26 mil torcedores. E a direção "cara de pau" vem pedir para a torcida apoiar, que a presença no estádio é um diferencial, e blá, blá, blá. A torcida sempre apoiou e compareceu. Nunca faltou apoio das arquibancadas. Falta é competência da direção e vergonha na cara para honrar a camisa do Internacional.
O jogo de volta será dia 19 de outubro no Beira Rio. Antes disso, muita água vai rolar pelo Brasileirão. Temos as "finais" contra Figueirense, Coritiba, Botafogo e Flamengo. Destes, apenas o duelo contra o Botafogo será fora de casa.
Saudações Coloradas.
Copa do Brasil: Santos 2 x 1 Inter - Crônica
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